segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Fernando Neto

Tive o privilégio de ser pegado ao colo por ele no Parque Mayer onde eu morava e ele representava. Ele chamava-me o “Neto dos Matrecos” devido ao meu estatuto de campeão infantil do Parque Mayer.

Encontrei-o mais tarde em 1977 na “ Visita da Cornélia” como concorrente eliminado na pré selecção mas que mesmo assim “obrigou” o José Fanha a ler em sessão de concurso um soneto meu intitulado “A Preguiça”. Um dos momentos mais marcantes da minha juventude.

A última vez que estive com ele foi também num concurso mas aí como concorrente seleccionado no “Vamos Caçar Mentiras” um concurso no âmbito da 17ª Exposição de Arte Ciência e Cultura.

Ficam na minha mente o sorriso de menino aliado aos olhos de malandro.

Enquanto ele não vem façam o favor de divulgarem a vida saboroso que ele viveu e os ensinamentos que nos deixou.

Morreu Raul Solnado? Não, apenas se ausentou por uma temporada.

Fernando Neto, Canas Em Peso, 10/08/2009

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Assis Pacheco em tempo de tributo

Fernando Assis Pacheco publicou o seu primeiro livro de poesia, "Cuidar dos vivos", em 1963. Escreveu ainda "A musa irregular", "Trabalhos e paixões de Benito Prada" (romance), "A bela do bairro e outros poemas" e "Memórias de um craque", entre outros títulos.

Como jornalista trabalhou no "Diário de Lisboa", no "República" e em "O Jornal". Foi chefe de redacção do "JL" e director-adjunto do "Se7e".

Ficou conhecido no país inteiro no final dos anos 70, quando participou no programa televisivo "A visita da Cornélia".


JN, 28/01/2007